<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>archiactivity</title><description>archiactivity</description><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/archiactivityblogpt</link><item><title>Unidades de habitação modular para controle dos efeitos das calamidades naturais</title><description><![CDATA[Eco Arquitectura não é sempre sobre exibir sistemas sustentáveis inseridos em um contexto grandioso. Por vezes, deve também fazer-se referência a casos onde se aliam a componente prática e funcional, mais importante, a adaptabilidade a uma situação existente ou provável.E, isso é exactamente o que F3RH (Free Fire Floating Resistant House) pretende fazer, por se apresentar como uma unidade residencial robusta, flutuante e, principalmente, imune aos incêndios de florestais frequentes na<img src="http://static.wixstatic.com/media/9c3a64e89cb3dabb2fc8a4842a27406f.wix_mp/v1/fill/w_626%2Ch_470/9c3a64e89cb3dabb2fc8a4842a27406f.wix_mp"/>]]></description><dc:creator>Ecofriend.com /Architizer</dc:creator><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2017/05/22/Unidades-de-habita%C3%A7%C3%A3o-modular-para-controle-dos-efeitos-das-calamidades-naturais</link><guid>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2017/05/22/Unidades-de-habita%C3%A7%C3%A3o-modular-para-controle-dos-efeitos-das-calamidades-naturais</guid><pubDate>Mon, 22 May 2017 21:10:59 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Eco Arquitectura não é sempre sobre exibir sistemas sustentáveis inseridos em um contexto grandioso. Por vezes, deve também fazer-se referência a casos onde se aliam a componente prática e funcional, mais importante, a adaptabilidade a uma situação existente ou provável.</div><div>E, isso é exactamente o que F3RH (Free Fire Floating Resistant House) pretende fazer, por se apresentar como uma unidade residencial robusta, flutuante e, principalmente, imune aos incêndios de florestais frequentes na Austrália.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/9c3a64e89cb3dabb2fc8a4842a27406f.wix_mp"/><div>Concebido pela arquitecta Mafalda Carmona, no âmbito do projecto foi adoptada uma abordagem colectiva para resolver as dificuldades enfrentadas pelas pessoas durante as catástrofes naturais. O primeiro passo do projecto é a construção de uma estrutura de betão pré-fabricada, discreta, designada como Casa “Pod”. Este elemento pré-fabricado será o ponto de partida de todo o complexo, onde as famílias afectadas podem inicialmente se instalar para recomeçarem depois da catástrofe.</div><div>Agora, chegando ao projecto da unidade F3RH, esta será a base principal para suportar e habitação de longo prazo, livre das fatalidades dos efeitos naturais adversos. Todo o conjunto foi concebido como uma colónia flutuante, inspirada pelos instintos de sobrevivência eficazes de certos insectos durante os incêndios de mato. As unidades de alojamento modular seriam colocadas em tanques especiais de borracha equipados com sprinklers sensíveis, e os conjuntos serão mantidos à tona por mecanismos hidráulicos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_45086e7273a54faa108d2cca6397d011.jpg"/><div>Esta concepção de projecto pode provar ser altamente eficiente, porque uma vez que seja detectado um incêndio na área onde se próxima aquela onde implanta a habitação e esta começar a ser invadida pelo fogo, a área circunvizinha será pulverizada com retardadores de fogo junto com a água destes tanques altamente pressurizados. Além disso, à medida que a água é libertada dos tanques flexíveis, as unidades de alojamento irão descer para o nível da cave, e assim, efectivamente ficando protegidas por uma fortificação com um &quot;fosso&quot; envolvente de água e mistura retardante de fogo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/db665208aa4e65e81bfa1473d16da4f3.wix_mp"/><div>Finalmente, chegando à qualidade estrutural das unidades habitacionais, elas serão projectadas como um edifício de tipo caixa simples, em betão e de fibra de plástico reforçado com uma malha galvanizada a quente. Para além disso, cada um deles será equipado com utilitários internos como montagem de armação, sistemas de reservatórios de água, além de sistemas de electricidade e de esgoto.</div><div>Além disso, eles também serão equipados com um kit de emergência, que inclui alimentos, água, baterias e até mesmo um sistema de purificação do ar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e9bf2a19af43265b68bf27cb77fe6420.wix_mp"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Boas vibrações estão a caminho...?</title><description><![CDATA[A questão ambiental, os problemas e conflitos decorrentes da relação entre o homem e a natureza não são de hoje.O que é de hoje é a capacidade de visualizarmos os efeitos que o homem tem sobre a natureza e o planeta Terra. Assim pessoas inspiradas como Cameron Beccario desenvolveram plataformas onde podemos visualizar quer na sua página oficial https://earth.nullschool.net/ como na página de facebook https://www.facebook.com/EarthWindMap/ o que está a acontecer em tempo quase real, actualizado a<img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_b3233a4d287b43efb5cc9fec8fc3cd48%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_613/3f7348_b3233a4d287b43efb5cc9fec8fc3cd48%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Mafalda Carmona</dc:creator><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2016/06/29/Boas-vibra%C3%A7%C3%B5es-est%C3%A3o-a-caminho</link><guid>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2016/06/29/Boas-vibra%C3%A7%C3%B5es-est%C3%A3o-a-caminho</guid><pubDate>Wed, 29 Jun 2016 12:34:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A questão ambiental, os problemas e conflitos decorrentes da relação entre o homem e a natureza não são de hoje.</div><div>O que é de hoje é a capacidade de visualizarmos os efeitos que o homem tem sobre a natureza e o planeta Terra. Assim pessoas inspiradas como Cameron Beccario desenvolveram plataformas onde podemos visualizar quer na sua página oficial <a href="https://earth.nullschool.net/">https://earth.nullschool.net/</a> como na página de facebook <a href="https://www.facebook.com/EarthWindMap/">https://www.facebook.com/EarthWindMap/</a> o que está a acontecer em tempo quase real, actualizado a cada três horas, no nosso planeta.</div><div>E sim, gostaríamos de dizer que ao esperarmos uns segundos para se formarem as imagens das ondas, correntes, ventos e temperaturas, boas vibrações estão a caminho... mas o que acontece é exactamente o contrário... muito pouco de boas e muito de más vibrações e notícias estão mesmo a caminho para determinar o nosso futuro.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_b3233a4d287b43efb5cc9fec8fc3cd48~mv2.jpg"/><div>E se não estiver convencido de que algo se passa, passe para o modo químico SO2sm:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_d32253b74361412480bc74e93a2411d8~mv2.jpg"/><div>Como é natural, as pessoas arquiactivas há muito que se preocupam com esta questão e têm existido concursos para &quot;obrigar&quot; os concorrentes a pensar no que enquanto espécie humana andamos a fazer e o que podemos fazer para combater a degradação do planeta Terra.</div><div>Em 2011 a FuturArc organizou um concurso sobre este tema e as propostas a apresentar são apenas na Ásia e Austrália. Esta é uma competição que tem lugar anualmente e podem consultar a sua página oficial em http://www.futurarc.com/index.cfm/competitions/ sendo que também pode encontra-los no facebook em https://www.facebook.com/FuturArc/</div><div>Assim, o tema de edição Futurarc 2012 foi: &quot;Homem-Natureza Equilíbrio H/N=1&quot; e apelaram à consciencialização para a crescente exploração dos recursos naturais:</div><div>&quot;Por muito tempo nós vimos a Natureza como um recurso inesgotável. A degradação do capital natural ameaça provocar danos irreversíveis no eco-sistema em nosso redor, incluindo a perca definitiva de biodiversidade. O capital natural é a capacidade da biosfera manter os serviços do eco-sistema, que incluí &quot; todos os recursos usados pela espécie humana: água, minerais, petróleo, árvores, peixe, solo,ar&quot; e &quot;os sistemas vivos, que incluem a savana, estuários, oceanos, florestas&quot;.</div><div>&quot; Ao vermos a Natureza como um recurso, esquecemos que nós - a espécie humana- somos parte integrante do sistema biofísico da Terra, e dela dependemos. Ao destruir o equilíbrio necessário, arriscamos a nossa sobrevivência.&quot;</div><div>Assim, o projecto_RGB, foi desenvolvido para ser apresentado na competição FuturArc 2012, tendo sido submetido em Dezembro de 2011. Esta proposta é por isso um projecto conceptual, em que um caso estudo é investigado, sendo a sua localização numa das áreas críticas do nosso planeta, a China (RPC) e está destinado a ser implementado ao longo de uma secção da Grande Muralha da China com o propósito de travar a desertificação e desflorestação do Norte da China e Mongólia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_d9fd5d31c13f4f9da214283ab18e0712.jpg"/><div>Desde 2005, a indústria hoteleira na China está a observar um desenvolvimento a alta velocidade, e com o crescimento da riqueza disponível per capita, mais e mais famílias estão a dedicar mais tempo e atenção às férias como componente fundamental para o estilo de vida. Para atender a esses requisitos, há uma tendência crescente para o investimento em de hotéis turísticos localizados em pontos de interesse histórico e turístico.</div><div>Mas as arquitecturas dos hotéis em termos de consumo de energia, poluição e pegada de carbono durante e após a construção geralmente têm um enorme impacto sobre o sistema ecológico, especialmente quando inseridos em ambiente natural.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_a122f52b7c9d444bb69b8c19dbed4e2e.jpg"/><div>Com a agravante de que o processo de desertificação é real e estima-se que 233.100 hectares de terra se tornam deserto a cada ano - não porque o clima está secando, mas porque a cobertura natural da terra foi destruída.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_43c01b32e8a3f9c6ac4df2b20e031c55.jpg"/><div>Com a aplicação do Projecto RGB, o somatório dos dados RGB_Project e do programa de reflorestação levado a cabo neste momento na China possibilitam um acréscimo de quase 2 milhões de hectares por ano de cobertura natural da terra, e se implementado a partir de 2012 e terminando em 2020, o montante total neste período de será de um acréscimo de mais de 12 milhões de hectares, de tal modo que fará com que os valores de desertificação voltem a recuar para os que se registavam em 1973.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_9d845cc784d48cd026aab7159cdb1ee6.png"/><div> RGB_Project tem uma nova abordagem para Grande Muralha da China, uma proposta de ocupação humana sim, não como um cenário turístico, mas como o centro de uma comunidade interessada em contribuir para trazer de volta a qualidade de vida ao nosso planeta.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Arquitectura wabi-sabi</title><description><![CDATA[A saudade está para Portugal como o wabi-sabi está para o Japão. A saudade é uma palavra exclusiva para a língua portuguesa e ajuda a perceber a forma como um povo sente e vive pois as palavras que usa, as expressões não traduzíveis para qualquer outra língua, definem em grande medida esse povo.E, o modo como um povo se expressa influi na modo como vê e interpreta o mundo que o rodeia e também, ou sobretudo, as formas que cria, idealiza e constrói. Muita da arquitectura feita em Portugal é<img src="http://static.wixstatic.com/media/351a663f7e15d00428c1f42e248c9874.wix_mp/v1/fill/w_626%2Ch_470/351a663f7e15d00428c1f42e248c9874.wix_mp"/>]]></description><dc:creator>Mafalda Carmona</dc:creator><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2016/06/24/Palavras-da-Terra-do-Sol-Nascente</link><guid>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2016/06/24/Palavras-da-Terra-do-Sol-Nascente</guid><pubDate>Fri, 24 Jun 2016 10:51:10 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A saudade está para Portugal como o wabi-sabi está para o Japão. A saudade é uma palavra exclusiva para a língua portuguesa e ajuda a perceber a forma como um povo sente e vive pois as palavras que usa, as expressões não traduzíveis para qualquer outra língua, definem em grande medida esse povo.</div><div>E, o modo como um povo se expressa influi na modo como vê e interpreta o mundo que o rodeia e também, ou sobretudo, as formas que cria, idealiza e constrói. Muita da arquitectura feita em Portugal é assim, essa arquitectura da saudade traduzida pelos volumes brancos e puros, pelos recantos frescos, pelas janelas projectadas sobre o interior, pela tentativa de recriar o sentimento do que está presente sem estar em fachadas de pedra ou a relembrar a história em geometrias alegóricas e evocativas, embora se diga que no presente as evocações estão fora de moda assim como as metáforas... mas a moda tem características cíclicas e portanto o mais relevante são os conceitos pois esses não passam de moda: justificam-se.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/351a663f7e15d00428c1f42e248c9874.wix_mp"/><div>Projecto_LC2 e janelas para o mundo da saudade...</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_f4dab4a914a313469094bbc5a059cee6.jpg"/><div> Projecto_RGB e janelas para o wabi-sabi...</div><div>Existem assim diferenças estéticas fundamentais entre as linhas direitas características da cultura ocidental, das entradas de luz proporcionadas pelas tradicionais janelas direitas e na maioria das vezes simétricas, e as formas arredondadas e assimétricas da cultura oriental que não são ditadas pela &quot;moda&quot; mas sim pela cultura e características de um local e de um povo.</div><div>Esta diferença poderá ter justificação na palavra japonesa wabi-sabi: Encontrar beleza nas imperfeições.</div><div>Esta palavra é o reflexo da aceitação do ciclo da vida e da morte e deriva dos ensinamentos budistas, pois é um princípio estético centrado na capacidade de descobrir a beleza nas imperfeições, elementos assimétricos e incompletos. Uma aceitação da impermanência como uma lei transcendental na qual se torna possível viver e conviver não apenas com a imperfeição do ser humano como com a insegurança perante o amanhã, aceitando o devir, dotando-o ao mesmo tempo, através da sua envolvente construída, da capacidade de se ter uma existência plenamente realizada na simplicidade e na imperfeição. Esta é uma definição mais ou menos livre daquilo que podemos encontrar numa pesquisa na rede onde algumas palavras podem ser extraídas como relevantes para uma definição de elementos que poderão ser encontrados na arquitectura do País do Sol Nascente:</div><div>&quot;impermanência, assimetria, aspereza, rugosidade, irregularidade, simplicidade, economia, austeridade, modéstia, intimidade, integridade ingénua, processos naturais, quietude, subtileza.&quot;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_524f2109ebbb491c808eb0d179c27169~mv2.png"/><div>Assim, cada povo ao se representar no mundo real e construído traduzido em arquitectura, pretende, mesmo que a nível inconsciente, representar-se enquanto povo e enquanto cultura.</div><div>E se é verdade que podemos beneficiar através da troca cultural e reflectir sobre a possibilidade da mais valia da fusão de influências culturais na arquitectura que se faz em Portugal, não é menos verdade que a casa de cada um de nós dirá muito, senão tudo, sobre cada um de nós...</div><div>O que diz a sua casa sobre si? E o que dizem as nossas cidades sobre nós, nobre Povo Português?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Arquitectos &quot;nerds&quot; ou investigadores?</title><description><![CDATA[Portugal em número de pesquisas e universidades que contemplam na estrutura de curso a investigação de arquitectura é apenas ultrapassado pelo Reino Unido e pela Bélgica. É um dado importante para a avaliar quer os cursos de arquitectura quer a prática e as características dos arquitectos portugueses. Será que podemos dizer que existem arquitectos-investigadores? Será que a investigação é uma tarefa reservada para a medicina, engenharia e outras ou também é essencial para a arquitectura? E para<img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_138534c3ee844a5993f86fff985b0aa6.jpg"/>]]></description><dc:creator>Mafalda Carmona</dc:creator><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2016/06/23/Arquitectos-nerds-ou-investigadores</link><guid>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2016/06/23/Arquitectos-nerds-ou-investigadores</guid><pubDate>Thu, 23 Jun 2016 13:20:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Portugal em número de pesquisas e universidades que contemplam na estrutura de curso a investigação de arquitectura é apenas ultrapassado pelo Reino Unido e pela Bélgica. É um dado importante para a avaliar quer os cursos de arquitectura quer a prática e as características dos arquitectos portugueses. Será que podemos dizer que existem arquitectos-investigadores? Será que a investigação é uma tarefa reservada para a medicina, engenharia e outras ou também é essencial para a arquitectura? E para que serve a investigação, afinal? Quem a faz? E porquê?</div><div>É exactamente sobre este tema que o livro &quot;Theory by Design: Architectural Research Made Explicit in the Design Studio&quot; da Faculty of Design Sciences Artesis University College Antwerp University Associat reflecte: </div><div>&quot; Como resultado do processo de Bolonha, a necessidade de conectar o ensino superior com a investigação (ou a chamada pesquisa) tornou-se uma questão importante. Para uma disciplina como a arquitectura, esta necessidade parece ter vindo a colocar uma enorme pressão no tradicional equilíbrio entre a teoria e a prática.&quot;</div><div>Quem nunca ouviu dizer: &quot;Quem faz, faz... Quem fala, fala?&quot; E aqui esse comentário parece fazer todo o sentido pois os arquitectos nem sempre conseguem conciliar da melhor forma a prática da disciplina e o ensino da mesma. Quantas vezes não se vê a crítica destinada aqueles que aparentemente possuidores de uma teoria inquestionável mas que durante décadas não viram qualquer obra sua construída?</div><div>Assim, aqueles que terão a tarefa de investigar para &quot;traduzir&quot; a arquitectura aos demais, porque o fazem?</div><div>&quot;A investigação é levada a cabo com o objectivo de construir o conhecimento através da aquisição de conhecimento e sobretudo de interiorização desse conhecimento, para posteriormente poder existir a partilha desses resultados.&quot;</div><div>Nos gráficos abaixo podemos ver aquilo que em termos de investigação se faz em Portugal quantitativamente, comparativamente e em que universidades:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_328fb7868d204312b6723c61d4cac279~mv2.png"/><div>&quot;Nas universidades onde existem licenciaturas e mestrados em arquitectura, desenho e projecto são o cerne do programa de curso, com a disciplina de projecto&quot; a coordenar as restantes disciplinas num entrelaçar de conhecimentos e dependências.</div><div>&quot;O entrelaçamento da investigação e da educação de arquitectura baseada no projecto também afecta a relação entre ensino e design. Este livro centra-se explicitamente nas conexões: as conexões entre a construção do conhecimento e da teoria, ensino e aprendizagem, design e pesquisa.&quot;</div><div>&quot;A arquitectura é um fenómeno, um campo de conhecimento e uma disciplina, sendo que no coração desta disciplina encontra-se uma miríade de campos e condições, conforme expresso pela Associação Europeia para a Educação na Arquitectura (EAAE):</div><div>Carta de Investigação na Arquitectura:</div><div>A arquitectura é a disciplina dedicada à criação, transformação e interpretação do ambiente construído e da articulação do espaço em diversas escalas. Trata-se de arte, ciência, design, conservação, planeamento, gestão, construção e representação,abordando questões de ética, estética, cultura e sociedade. A disciplina de arquitectura envolve a cultura, o ambiente, a sociedade e a economia assim como as condições que afectam a nossa qualidade de vida.&quot; in EAAE, 2012</div><div>&quot;Este ensaio demonstra a predilecção pela experimentação dentro do estúdio de design, o impulso incessante para a mudança, a reorientação dos trabalhos de estúdio, e o poder inerente às mentes questionadoras dos professores extremamente dedicados.&quot;</div><div>Foi neste campo da Biofília que o Projecto_Baal foi desenvolvido. Baal é a sigla para Biophilic Archeological Artifact for Living (ou seja um artefacto arqueologico biofílico para viver) e foram utilizados os dados existentes actualmente na área da investigação da biofília aplicada à arquitectura, requesito essencial para a participação na competição patrocinada pela Interface Reconnect em 2013. O tema desta competição foi motivado pelo desejo de estabelecer um elo entre as pessoas, o espaço e a natureza.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_138534c3ee844a5993f86fff985b0aa6.jpg"/><div>Antes de mais é oportuno estabelecer uma breve definição de “Biophilia” (isto é Biofília): &quot;é um termo criado pelo psicólogo social Alemão Erich Fromm em 1964 para descrever a atracção humana por todos os seres vivos e vitais. Em Biophilia (1984), Wilson procurou explicar esta atracção pelo desejo humano de se conectar com a natureza e estabelecer o elo entre o desenvolvimento evolucionário da humanidade no meio natural como a causa principal para esta afinidade.&quot; in C Biophilic Design Strategies to generate wellness and productivity, Edward Clark, LEED AP BD+C Christopher Flint Chatto, Assoc. AIA, LEED AP BD+C.</div><div>link para a fonte: http://www.aia.org/aiaucmp/groups/aia/documents/pdf/aiab104696.pdf</div><div>O ponto de partida para esta proposta biofílica é uma narrativa de ficção em que o projecto existe como ruínas remanescentes de uma estrutura arquitectónica do século XIII pertencente à Ordem de Santiago, descobertas no sítio arqueológico de Palmela. Hipoteticamente, estes fatos vieram ao conhecimento público no início de 2013 quando a comunidade científica revela o uso da arquitectura biofílica por esta velha sociedade, que aparentemente já tinha o conhecimento da existência dos higromorfos artificiais. Atendendo ao seu ambiente da envolvente natural de florestas de pinheiros, este facto poderá ter contribuído, pelo uso de analogias biomiméticas, à aplicação da resposta ambiental da pinha à humidade, pela alteração da sua forma, a uma aplicação prática às técnicas de construção de modo a usar esta resposta para controlar a ventilação da casa e a temperatura interior. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_3324e40dad6b440a8c2eba7606d6281c.jpg"/><div>Inúmeras investigações tem sido levadas a cabo sobre este tema:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_a4418e418c0b4120bf700adeaa61b1f8~mv2.png"/><div>O Projecto_Ball foi classificado como um exemplo de Activismo na Arquitectura por uma das redactoras da Worl Architecture (WA), Ophelia Fletcher, no sentido em que está de acordo com: &quot;o papel do arquitecto, como cidadão, é o de ser responsável por melhorar a qualidade do mundo e das vidas de todos&quot;.</div><div>Em 2015 o Projecto_Baal foi incluído na lista de nomeações para o World Awards, 19º Ciclo, e foi-lhe atribuído o prémio WA. Para conhecer mais sobre este projecto siga o link:</div><div>http://www.worldarchitecture.org/architecture-projects/hzzmp/baal-project-biophilic-archeological-artifact-for-living-building-page.html</div><div>Muitas vezes ao observarmos o edificado apercebemos-nos da integração mais ou menos explícita de elementos de inspiração natural, e é na biofília que podemos encontrar a motivação para esta prática.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Graffiti é Arquitectura? Claro!</title><description><![CDATA[Talvez você neste momento esteja perguntando: "Como assim Arquitectura é Graffiti?"Pensamos assim: na macro escala toda a arquitectura imposta ao planeta terra e ao ambiente natural é graffiti ou graffiti reverso e a actividade arquitectónica move-se pendularmente entre estas duas acções.Desde sempre as cidades e aldeias bem como o seu edificado inserem-se nesta classificação e assim uma cidade terá o maior conjunto de graffitis e "tags" ou marcações no mesmo espaço que podemos observar. Os<img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_e0d3c8a4a29a4fbca9bf07ac7b84e9ac.png"/>]]></description><dc:creator>Mafalda Carmona</dc:creator><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2015/02/13/Toda-a-Arquitetura-%C3%A9-Graffiti</link><guid>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2015/02/13/Toda-a-Arquitetura-%C3%A9-Graffiti</guid><pubDate>Wed, 22 Jun 2016 12:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Talvez você neste momento esteja perguntando: &quot;Como assim Arquitectura é Graffiti?&quot;</div><div>Pensamos assim: na macro escala toda a arquitectura imposta ao planeta terra e ao ambiente natural é graffiti ou graffiti reverso e a actividade arquitectónica move-se pendularmente entre estas duas acções.</div><div>Desde sempre as cidades e aldeias bem como o seu edificado inserem-se nesta classificação e assim uma cidade terá o maior conjunto de graffitis e &quot;tags&quot; ou marcações no mesmo espaço que podemos observar. Os municípios inclusive criam leis para restringir a implantação de &quot;tags&quot; arquitectónicas a determinadas zonas, por exemplo em Lisboa, Monsanto está livre de graffiteiros arquitectónicos, e da mesma forma que os graffitis são limpos das paredes da cidade também planos são implementados para ciclicamente eliminar os graffitis edificados e assim ganhar espaço para um novo &quot;texto&quot;, por exemplo o terreno da antiga feira popular é um dos muitos exemplos de graffiti reverso que continua a aguardar um texto diferente, assim, sobretudo na gestão e administração a componente política está também representada na arquitectura. </div><div>Vamos então verificar as definições de graffiti e graffiti reverso:</div><div>Def. Graffiti:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_e0d3c8a4a29a4fbca9bf07ac7b84e9ac.png"/><div>&quot;Grafite, grafito ou grafíti (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade. Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais,3 mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Grafitar próprios públicos ou privados, sem autorização dos respectivos proprietários, é atividade proibida por lei em vários países.&quot; in http://pt.wikipedia.org/wiki/Grafito</div><div>Def. Graffiti reverso:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_93987106780c4834b2733bc20d90fddc.png"/><div>&quot;Graffiti reverso, também conhecido como green graffiti ou eco-tagging e uma infinidade de outros nomes, é uma técnica de arte de rua que consiste na criação de desenhos em calçadas e paredes sujas, usando jatos de água de alta pressão para definir as figuras. Esse, pelo menos, é o princípio do gênero, iniciado há alguns anos pelo inglês Paul “Moose” Curtis, criador também do Reverse Graffiti Project. Seus métodos limpos, condizentes com a recente tomada de consciência a respeito do meio ambiente, têm feito com que a modalidade ganhe cada vez mais destaque.&quot; in http://www.zupi.com.br/graffiti_reverso/ &quot;Outra vantagem do Reverse Graffiti é a liberdade que os artistas têm de “grafitarem” muros e paredes inteiras sem medo de repreensão&quot; fonte Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/noticias/reverse-graffiti-a-arte-de-limpar-as-ruas#ixzz3Rcc1d0dF </div><div>Graffiti arquitectónico:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_fc1765c479624ad5ad9a11267e50dc04.png"/><div>Graffiti arquitectónico reverso:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_51939fdcb6764bf0bd1e125c57cea820.png"/><div>E então perguntamos: O que pensa sobre o assunto? Toda a Arquitectura é Graffiti? São os arquitectos graffiteiros?... ou nem tanto?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Archiactivity em português! O que é?</title><description><![CDATA[Talvez já tenha encontrado a palavra Archiactivity na rede e tenha feito a pergunta: O que é?É uma palavra composta por actividade e arquitectura, isto é arquitectura activa e pessoa cuja actividade se relaciona com a arquitectura ou a pessoa que usa a arquitectura, no fundo somos todos nós!E, na nossa opinião, nada melhor do que podermos participar de forma activa naquilo que nos rodeia e que em muito influência a nossa qualidade de vida e até a nossa filosofia de vida.Foi por isso que criamos<img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_90774488c1f74d6eab9583a955d5cca9.png"/>]]></description><dc:creator>Mafalda Carmona</dc:creator><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2015/02/02/Archiactivity-em-portugu%C3%AAs</link><guid>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2015/02/02/Archiactivity-em-portugu%C3%AAs</guid><pubDate>Tue, 21 Jun 2016 17:54:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Talvez já tenha encontrado a palavra Archiactivity na rede e tenha feito a pergunta: O que é?</div><div>É uma palavra composta por actividade e arquitectura, isto é arquitectura activa e pessoa cuja actividade se relaciona com a arquitectura ou a pessoa que usa a arquitectura, no fundo somos todos nós!</div><div>E, na nossa opinião, nada melhor do que podermos participar de forma activa naquilo que nos rodeia e que em muito influência a nossa qualidade de vida e até a nossa filosofia de vida.</div><div>Foi por isso que criamos este espaço virtual em que os aspectos relacionados com a prática da Arquitectura e a &quot;arquiactividade&quot; podem ser discutidos e investigados de um modo activo e participativo. Assim, esta plataforma existe em português e também em inglês para permitir a um maior número de pessoas participar. Chamamos esta versão de Archiactivity de versão VISA, pois quer ser um espaço virtual inovador para a actividade de Arquitectura onde todos estão convidados a participar, isto é : ARCHIACTIVITY! ( VISA- virtual innovative space for architecture activity)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_90774488c1f74d6eab9583a955d5cca9.png"/><div>Então é isso aí: vamos mudar o mundo juntos! Porque neste espaço perseguimos um sonho; acreditamos que o papel da arquitectura é o de melhorar o que já está lá fora de uma maneira inovadora e criativa. Daí o nosso apelo: Seja Arquiactivo!</div><div>Também acreditamos que todos nós temos a capacidade de actuar de forma palimpsestética, vamos falar sobre isso em breve, por agora diremos que temos vindo a aplicar esse conceito na arquitectura: encontrar o espaço para outro &quot;texto&quot; pois gostamos de sobrepor arte e arquitectura em tudo o que nos rodeia e não apenas nos objectos que criamos e imaginamos.</div><div>No entanto, excepto as imagens marcadas com Archiactivity e/ou Mafalda Carmona que são nossa propriedade, nós não somos proprietários de mais nada, portanto, se você vir alguma imagem ou foto que queira remover, ou qualquer outra observação e comentário que queira nos dizer, você pode e deve enviar-nos uma mensagem ou deixe-nos saber sobre isso por e-mail, para isso no Menu inicial pode preencher o formulário de contacto e nós enviaremos a resposta tão cedo quanto possível.</div><div>Estamos seguindo essa abordagem de palimpsesto ou de re-utilização e re-ciclagem na arquitectura para encontrar um novo Codex para o século XXI. Isso reflecte-se no que fazemos e no que ajudamos a divulgar, daí as referencias a graffiti e arte urbana na imagem do site. Portanto, estamos muito longe da tradição ou métodos tradicionais e escolares.</div><div>Junte-se a nós com sua própria visão sobre o mundo e o papel da arquitectura nele, você é muito bem-vindo neste projecto!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Existe um &quot;Codex&quot; na criação dos projetos?</title><description><![CDATA[Será que existe um Codex para a criação na Arquitectura? Um procedimento "certo" ou considerado de "bom-gosto"? Uma bíblia de "bons procedimentos"? Podemos tentar encontrar definições para um novo Codex da Arquitectura:"Palimpsesto (do grego antigo παλίμψηστος, transl. "palímpsêstos"."Aquilo que se raspa para escrever de novo": πάλιν, "de novo" e ψάω, "arranhar, raspar") designa um pergaminho ou papiro cujo texto foi eliminado para permitir a reutilização.Esta prática foi adoptada na Idade<img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_d9fd5d31c13f4f9da214283ab18e0712.jpg"/>]]></description><dc:creator>Mafalda Carmona</dc:creator><link>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2015/02/02/Qual-o-Codex-na-cria%C3%A7%C3%A3o-dos-projetos</link><guid>https://archiactivity.wixsite.com/mafaldacarmona/single-post/2015/02/02/Qual-o-Codex-na-cria%C3%A7%C3%A3o-dos-projetos</guid><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 23:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Será que existe um Codex para a criação na Arquitectura? Um procedimento &quot;certo&quot; ou considerado de &quot;bom-gosto&quot;? Uma bíblia de &quot;bons procedimentos&quot;? Podemos tentar encontrar definições para um novo Codex da Arquitectura:</div><div>&quot;Palimpsesto (do grego antigo παλίμψηστος, transl. &quot;palímpsêstos&quot;.</div><div>&quot;Aquilo que se raspa para escrever de novo&quot;: πάλιν, &quot;de novo&quot; e ψάω, &quot;arranhar, raspar&quot;) designa um pergaminho ou papiro cujo texto foi eliminado para permitir a reutilização.</div><div>Esta prática foi adoptada na Idade Média, sobretudo entre os séculos VII e XII, devido ao elevado custo do pergaminho. A eliminação do texto era feita através de lavagem ou, mais tarde, de raspagem com pedra-pomes.</div><div>A reutilização do suporte de escrita conduziu à perda de inúmeros textos antigos - desde normas jurídicas em desuso até obras de pensadores gregos pré-cristãos.</div><div>A recuperação dos textos eliminados tem sido possível em muitos casos, através do recurso a tecnologias modernas.&quot; via<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palimpsesto">http://pt.wikipedia.org/wiki/Palimpsesto</a></div><div>Muitas vezes quando olhamos para a nossa envolvente encontramos muitos exemplos da aplicação deste conceito, sendo que chegamos a designar essas ações como &quot;ecléticas&quot;. Neste caso existe uma diferença importante na origem pois enquanto uma é apenas a manifestação formal do gosto subjectivo e dispar ou eclético, a outra tem na sua raiz uma necessidade ou capacidade de reutilização do que existe, uma transformação pela sobreposição de camadas de significado que modificam a realidade pré-existente dando-lhe uma mais-valia. Essa mais-valia é sempre associada a este processo e observa-se na história das nossas cidades no palimpsesto urbano resultado da sobreposição de culturas e estilos que levam por vezes a descobertas surpreendentes!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3f7348_d9fd5d31c13f4f9da214283ab18e0712.jpg"/><div>No Projecto_RGB foi usada esta ação para a proposta aplicada na Grande Muralha da China.</div><div>Este projeto foi publicado pelo site AECCafé em Junho de 2012: <a href="http://www10.aeccafe.com/blogs/arch-showcase/2012/06/09/rgb-project-made-in-china-by-archiactivity/">RGB Project Made in China by Archiactivity</a> , confira como foi proposta uma nova realidade usando como &quot;suporte&quot; o eixo pré-existente da estrutura da Grande Muralha e que em teoria apresenta medidas para travar a desertificação do Norte da China e Mongólia.</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>